Três suspeitos de furto de joias em condomínio são presos; morador teria facilitado o crime
Caso aconteceu em um condomínio fechado
04/09/2026 - 11:20
Três homens foram presos na manhã desta sexta-feira (4), em Timon (MA), suspeitos de participação em um furto de joias e outros bens de alto valor em um condomínio fechado de Teresina. Com eles, a polícia apreendeu objetos das vítimas, incluindo relógios e acessórios de ouro.

Um morador do condomínio, investigado por ajudar os suspeitos a entrar no local e fugir após o crime, já havia sido preso no domingo (30). Segundo a polícia, ele confessou ter recebido um relógio de luxo e moeda estrangeira levados durante o furto.
O crime ocorreu em julho deste ano e as investigações da Polícia Civil do Piauí foram concluídas. Entre os itens furtados estavam relógios de luxo, joias, aparelhos eletrônicos, dinheiro em reais e em moeda estrangeira, além de armas de fogo.
De acordo com a Polícia Civil, o morador teve participação no planejamento e na execução da ação ao dar apoio aos suspeitos. Ele segue preso preventivamente.
Segundo a investigação, o morador buscou dois suspeitos na rodoviária de Teresina e facilitou a entrada deles no condomínio. Após o furto, ele teria levado a dupla de volta à rodoviária transportando várias sacolas com os objetos levados.
Nesta sexta-feira, três pessoas foram pessoas, na cidade de Timon, sendo um dos presos foragido por assalto praticado contra um empresário em 2024 no município de Altos, e outro já havia sido preso por assalto a banco.
Além dos objetos de furto, armas e munições foram achadas nos endereços ligados aos investigados.
Como o crime aconteceu
O investigado admitiu à polícia que buscou uma dupla na rodoviária de Teresina e adentrou no condomínio com os dois suspeitos. Momentos depois, ele transportou novamente as duas pessoas até a rodoviária, quando elas estavam com sacolas. O investigado também admitiu ter permanecido com um relógio de luxo e moeda estrangeira provenientes da ação.
A investigação detalha que os suspeitos utilizavam acessos laterais e "pontos cegos" do videomonitoramento do imóvel, além de roupas compridas, luvas e meios de ocultação do rosto.
Com base nas provas reunidas durante a investigação, a Polícia Civil pediu e obteve a prisão preventiva do morador.
*Eduarda Barradas, estagiária sob supervisão de Lucas Marreiros.